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Para profissionais que desejam aperfeiçoar sua escrita
abril 21st, 2008 por
Carla Pereira
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Para profissionais que desejam aperfeiçoar sua escrita, este pode ser um lugar para descobrirem que o escrever melhor não depende das regras gramaticais e/ou ortográficas que conseguem decorar. Escrever um bom texto é muito mais que isso!
Sendo assim, aqui conhecerão alguns aspectos envolvidos na produção dos textos, as dificuldades enfrentadas por quem escreve (ou tenta escrever), as histórias de diferentes profissionais que se queixavam de sua escrita, a maneira como são conduzidas as consultorias prestadas, bem como as sensações de quem passou a escrever mais e melhor. Aaaaaaaaaaaa, poderão também refletir sobre a repercussão de bons (e maus) textos no mundo dos negócios.
ADRIANA RIBEIRO ARAUJO diz:
fevereiro 21st, 2009 para 11:41 am
Como já me apresentei, sou Adriana Araújo, moro no municipio de Bonfim-RR na fronteira com a Guyana Inglesa. Estive estes dia a procura de alguem que me ajudasse a escrever a nossa língua. Tenho dificuldades em usar os sinais de pontuação, concordância,analise sintática etc. Não sei como escrever bem. E preciso de ajuda.
Carla Pereira diz:
março 5th, 2009 para 8:03 am
Olá, Adriana!
Nossas escolas nos ensinaram muitas regras, exceções, nomenclaturas, etc., mas quase nada sobre escrever, pois escrever, na verdade, se aprende escrevendo, algo que pouco praticamos nos bancos escolares. Não falo da escrita daqueles textos em que o professor fornecia uns substantivos e seus respectivos adjetivos, por exemplo, e solicitava que “escrevêssemos” um texto com aquelas palavras. Esse tipo de tarefa não nos ajuda a escrever textos melhores. Tampouco falo daquele texto que escrevíamos sem termos uma razão para escrever e um leitor previsto. Não. Falo, sim, daqueles textos que produzimos para defender um ponto de vista, orientar uma argumentação, fazer uma ressalva, apresentar uma justificativa etc. (Antunes, 2005). Ou seja, textos que fazem sentido para quem escreve, que são resultado de uma motivação real para o ato de escrever.
Isso é o que busco nas consultorias que presto, além de tentar resgatar, através do sentido da escrita e dos fatos de linguagem, o que foi perdido durante os anos de vida escolar: o prazer em escrever.
Adriana Araujo diz:
março 5th, 2009 para 9:43 pm
Estou super feliz você ter respondido minha mensagem. Quero desenvolver em mim o prazer de escrever, mas para isso acontecer conto com sua consultoria.
Agora que já nos conhecemos posso disser que trabalho falando ao público e me sinto mais segura em falar do que escrever. Também atuo como professora e, nessa profissão, preciso saber escrever textos de qualidade, com clareza. Mas, tenho medo de escrever… de errar tudo quando escrevo. Neste fim de ano descobri que precisava aprender muito mais quando aprontei minha Monografia. Fiquei surpreendida com o que produzi e pensei: EU POSSO ESCREVER.
Erick diz:
março 24th, 2009 para 3:14 pm
Eu ainda estou com um pouco de dúvidas em relação a nova ortografia , mas isto não irá me impedir de estudar para ser um grande profissional das letras !!!!!!!!!e Deus irá me ajudar
e eu irei conseguir !!!!! Boa sorte a todos que começando como eu !!!
Carla Pereira diz:
março 25th, 2009 para 10:20 pm
Oi Erick!
As dúvidas na hora de eleger uma ou outra forma de escrever determinada palavra são plenamente compreensíveis, principalmente quando há alguma reforma. Portanto, não se preocupe, pois paulatinamente vamos aprender. Preocupe-se, sim, em escrever…escrever…escrever…produzir textos significativos. Assim você trabalhará não somente com palavras isoladas, mas com todos os aspectos envolvidos nos textos.
Grande abraço. Carla.
Carla Naves diz:
maio 24th, 2009 para 8:15 pm
Olá,
sou professora de inglês, porém estou com dificuldade de escrever uma proposta de aumento de carga horária e consequentemente de salário.
Devo iniciar como? Tenho que colocar a pauta, ou seja, o assunto?
e também devo escrever os objetivos, justificativas?
Como terminá-la?
Carla Pereira diz:
maio 24th, 2009 para 10:49 pm
Olá, Carla Naves!
Quero poder ajudá-la. Por favor, envie para o e-mail carla@aescritanasentrelinhas.com.br algumas especificações sobre o texto que você deseja redigi; diga-me as razões que motivaram a escrita do texto, a quem será dirigido (quem é seu interlocutor?), qual a importância do aumento de carga horária tendo em vista o local em que você trabalha etc.
Bom, entendendo melhor o contexto de produção da proposta será mais fácil orientá-la.
Beijos. Até mais. Carla.
Maria de Fatima Assis Ferreira diz:
setembro 18th, 2009 para 1:26 pm
Faço acompanhamento de um aluno com dislexia e não estou sabendo lidar com a situiação. Você tem sugestões de textos para trabalhar com esse aluno? Ele está cursando O 3º ano do Ensino Fundamental. Aguardo sugestões de atividades matemática e português.
Carla Pereira diz:
setembro 20th, 2009 para 3:39 pm
Olá, Maria de Fátima!
A despeito das bases sobre as quais foi atribuído o diagnóstico de dislexia(digo isso tendo em vista tudo o que já tenho exposto no blog a respeito das avaliações e dos diagnósticos na área de saúde), seu aluno é um aprendiz da leitura/escrita, certo? Talvez ele esteja no terceiro ano, mas escrevendo como um aluno de primeiro, não sei (isso é só uma suposição), justamente por ter tido poucas oportunidades de escrever um texto de verdade.
Não estou falando de atividades do tipo cópia, ditado, escrita a partir de uma figura dada pelo professor ou algo do tipo. Pelo contrário, falo de uma escrita em que tenha havido uma razão para escrever, um leitor previsto, algo a ser dito etc. Quer um exemplo? Veja bem, há alguns meses tivemos um surto de gripe suína também no Brasil, e as crianças foram orientadas através de exposições orais e leitura de cartilhas nas escolas. O tema foi amplamente discutido, as crianças puderam fazer perguntas etc. Certamente, muitos professores aproveitaram esse momento para lançar uma proposta de produção de texto em torno do tema. Esse é um exemplo de uma atividade de leitura/escrita que faz sentido para as crianças.
E, é claro, é importante que as crianças também tenham um retorno de seus textos, que recebam uma intervenção de seu professor. Nesse sentido, a proposta de reescrita do texto pode ser muito interessante.
Aprender a ler e escrever requer intenso trabalho com os textos, mas de maneira significativa. Talvez seu aluno só precise de situações em que o ler o escrever façam sentido. Além disso, deve-se ter cuidado para não achar que “erros” cometidos por ele (normais para quem está aprendendo) são indicativos de problemas, dificuldades ou alguma doença. Isso é muito sério!
Abraço. Carla.
Fatima G diz:
setembro 25th, 2009 para 8:21 am
Carla Pereira,
A minha pergunta e um pedido é para saber como identificar em textos de alunos de curso superior o sentido.E qual é o livro de (Celso Antunes, 2005) citado em seu Blog.
Agradeço, alguma sugestão.
Fatima G.
Djanira diz:
março 4th, 2010 para 8:49 pm
Oi, Carla sou professora alfabetizadora e concordo plenamente quando vc diz que só se aprende escrever, escrevendo. Criei um blog pra tratar desse assunto e dividir algumas vivências com as colegas de profissão, também como desafio pois nunca gostei muito de escrever, tem uma postagem que já está ha mais mês na minha caixa e não tenho coragem de púlblicar o texto,quando encontrei seu blog achei que vc era a pessoa certa para me dar uma opinião.Vou te enviar o texto por e-mail se possível me dá um retorno ficarei muito grata.
Abraços Djanira
silvana diz:
junho 14th, 2010 para 4:17 pm
Cara Carla
gostaria de saber como posso ter contato com o seu material pois tenho um diagnostico de dislexia e sofro muito, pois sou professora e na escrita sou horrivel, moro no mato grosso do sul e faço doutorado em goiania
silvana
estou aqui com ajuda do meu marido e nao quero continuar nesta vida sofrida